O dragão vermelho. Quem acompanhou o percurso galês no Euro 2016 ou no Mundial 2022, no Catar, sabe o que este símbolo representa: um orgulho coletivo, quase tribal, carregado por todo um povo de três milhões de almas. A camisola País de Gales não é apenas uma peça de roupa desportiva. É o dorsal de uma nação que lutou durante 64 anos para regressar a um Mundial, e que finalmente o voltou a ver.
A seleção galesa, os Dragões Vermelhos, ostenta este vermelho escarlate há gerações. Um vermelho que arde. Gareth Bale usou-a 111 vezes, Aaron Ramsey fê-la vibrar em Cardiff como nos grandes palcos europeus. Os mais velhos ainda se lembram dos tempos de John Charles, o gigante da Juventus que fez tremer as defesas mundiais nos anos 50. A história desta camisola é longa, densa e muitas vezes emocionante.
Uma camisola País de Gales enraizada na identidade nacional
O Cardiff City Stadium acolhe a formação galesa para os seus jogos em casa, mas é todo um território que se mobiliza nas noites de jogo. Os adeptos galeses têm a reputação de criar uma atmosfera coral única, os hinos ecoam antes mesmo do pontapé de saída. “Hen Wlad Fy Nhadau” cantado por 33 000 vozes, isso não se esquece.
A túnica atual retoma os códigos tradicionais: o vermelho dominante, os acentos brancos ou cinzentos, e sempre este dragão estilizado que lembra o emblema da FAW, a federação fundada em 1876. Uma das federações de futebol mais antigas do mundo. Não é por acaso.
Os Dragões Vermelhos no cenário internacional
O regresso ao primeiro plano da seleção galesa é uma das histórias futebolísticas mais comoventes da última década. Qualificaram-se para o Euro 2016, onde chegaram às meias-finais, e qualificaram-se para o Mundial 2022 após uma ausência de 64 anos. E agora, os olhos estão voltados para o Mundial 2026, onde os Dragões esperam escrever um novo capítulo.
A geração atual, liderada por jogadores como Brennan Johnson ou Ben Davies, quer confirmar que 2022 não foi um acidente. A camisola vermelha que usam encarna esta ambição. Sóbria no seu design, forte no que representa.
Dois modelos disponíveis
Nesta página, encontrará dois equipamentos selecionados com cuidado: peças que correspondem às últimas campanhas dos Dragões Vermelhos. Se procura alargar a sua coleção com outras nações, as camisolas 2026 das principais seleções mundiais também estão disponíveis na Camisola-Concept.
Encomenda e entrega a partir de França
A Camisola-Concept expede cada encomenda a partir de França em 3 a 5 dias úteis. A camisola País de Gales que escolher hoje chega rapidamente, embalada corretamente, pronta a ser usada ou oferecida. Para qualquer adepto dos Dragões Vermelhos que queira mostrar as suas cores sem esperar, é a opção mais direta.
49,98 €O preço original era: 49,98 €.24,99 €O preço atual é: 24,99 €.
O dragão vermelho. Quem acompanhou o percurso galês no Euro 2016 ou no Mundial 2022, no Catar, sabe o que este símbolo representa: um orgulho coletivo, quase tribal, carregado por todo um povo de três milhões de almas. A camisola País de Gales não é apenas uma peça de roupa desportiva. É o dorsal de uma nação que lutou durante 64 anos para regressar a um Mundial, e que finalmente o voltou a ver.
A seleção galesa, os Dragões Vermelhos, ostenta este vermelho escarlate há gerações. Um vermelho que arde. Gareth Bale usou-a 111 vezes, Aaron Ramsey fê-la vibrar em Cardiff como nos grandes palcos europeus. Os mais velhos ainda se lembram dos tempos de John Charles, o gigante da Juventus que fez tremer as defesas mundiais nos anos 50. A história desta camisola é longa, densa e muitas vezes emocionante.
Uma camisola País de Gales enraizada na identidade nacional
O Cardiff City Stadium acolhe a formação galesa para os seus jogos em casa, mas é todo um território que se mobiliza nas noites de jogo. Os adeptos galeses têm a reputação de criar uma atmosfera coral única, os hinos ecoam antes mesmo do pontapé de saída. "Hen Wlad Fy Nhadau" cantado por 33 000 vozes, isso não se esquece.
A túnica atual retoma os códigos tradicionais: o vermelho dominante, os acentos brancos ou cinzentos, e sempre este dragão estilizado que lembra o emblema da FAW, a federação fundada em 1876. Uma das federações de futebol mais antigas do mundo. Não é por acaso.
Os Dragões Vermelhos no cenário internacional
O regresso ao primeiro plano da seleção galesa é uma das histórias futebolísticas mais comoventes da última década. Qualificaram-se para o Euro 2016, onde chegaram às meias-finais, e qualificaram-se para o Mundial 2022 após uma ausência de 64 anos. E agora, os olhos estão voltados para o Mundial 2026, onde os Dragões esperam escrever um novo capítulo.
A geração atual, liderada por jogadores como Brennan Johnson ou Ben Davies, quer confirmar que 2022 não foi um acidente. A camisola vermelha que usam encarna esta ambição. Sóbria no seu design, forte no que representa.
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