O amarelo. Este amarelo, precisamente. Não um amarelo qualquer saído de uma paleta gráfica, mas o amarelo canário da Seleção, aquele que faz subir um nó na garganta quando aparece num campo. A camisola Brasil não é simplesmente uma peça de roupa desportiva. São cinco estrelas cosidas no peito. É o Pelé em 1970, o Ronaldo em 2002, o Ronaldinho a sorrir mesmo na final. É o futebol transformado em poema.
36 referências disponíveis aqui. Camisolas principal, alternativa, edições de treino, cortes vintage e versões de colecionador. Cada jersey tem a sua história, cada geração o seu tecido.
A camisola Brasil, uma história de cores e títulos
A Seleção adotou o amarelo e o verde em 1954, após uma humilhação fundadora: a derrota em casa frente ao Uruguai no Maracanazo de 1950. O branco de antes foi abandonado. O amarelo canário e o azul-rei tomaram o seu lugar para nunca mais o largarem. Esta escolha, forçada pelo luto desportivo, tornou-se o mais belo acidente cromático do futebol mundial.
Desde então, o balanço fala por si. Cinco Mundiais, um recorde absoluto. 1958, 1962, 1970, 1994, 2002. Campanhas que forjaram lendas, jogadores cujos nomes bastam: Garrincha, Zico, Cafu, Rivaldo. O adepto brasileiro veste esta camisola com um orgulho que roça a religião. Os torcedores não veem um jogo. Vivem uma cerimónia.
Escolher a sua camisola Brasil: principal, alternativa, edições especiais
A principal é o amarelo. Sempre. Mas o azul da alternativa tem os seus adeptos, aqueles que lembram que foi de azul que o Ronaldo arrebatou o Mundial à França em 2002 no 2-0 da final. Ambas têm a sua legitimidade.
Para quem procura algo mais singular, as camisolas concept Brasil propõem interpretações gráficas livres, onde o designer reinventa a camisola nacional sem as restrições de um equipamento oficial. Algumas edições merecem uma olhadela. Algumas merecem um toque no cartão de crédito.
E para os colecionadores que têm o olho no horizonte, as camisolas 2026 começam a alimentar os rumores. O Mundial 2026 jogar-se-á nos Estados Unidos, no Canadá e no México. O Brasil, ausente das meias-finais desde 2002, prepara o seu regresso. O próximo amarelo usado na fase final pode bem tornar-se histórico.
O que encontra nesta coleção
Os 36 produtos abrangem várias gerações e vários cortes. Réplicas modernas, jerseys vintage inspirados nas campanhas douradas, versões criança para transmitir a chama cedo. O tamanho do colarinho, o corte do corpo, a gramagem do tecido variam conforme os modelos. Reserve tempo para comparar.
As encomendas feitas na Camisola-Concept são expedidas desde França e chegam em 3 a 5 dias úteis. Sem alfândega, sem surpresas na entrega.
119,80 €O preço original era: 119,80 €.59,90 €O preço atual é: 59,90 €.
O amarelo. Este amarelo, precisamente. Não um amarelo qualquer saído de uma paleta gráfica, mas o amarelo canário da Seleção, aquele que faz subir um nó na garganta quando aparece num campo. A camisola Brasil não é simplesmente uma peça de roupa desportiva. São cinco estrelas cosidas no peito. É o Pelé em 1970, o Ronaldo em 2002, o Ronaldinho a sorrir mesmo na final. É o futebol transformado em poema.
36 referências disponíveis aqui. Camisolas principal, alternativa, edições de treino, cortes vintage e versões de colecionador. Cada jersey tem a sua história, cada geração o seu tecido.
A camisola Brasil, uma história de cores e títulos
A Seleção adotou o amarelo e o verde em 1954, após uma humilhação fundadora: a derrota em casa frente ao Uruguai no Maracanazo de 1950. O branco de antes foi abandonado. O amarelo canário e o azul-rei tomaram o seu lugar para nunca mais o largarem. Esta escolha, forçada pelo luto desportivo, tornou-se o mais belo acidente cromático do futebol mundial.
Desde então, o balanço fala por si. Cinco Mundiais, um recorde absoluto. 1958, 1962, 1970, 1994, 2002. Campanhas que forjaram lendas, jogadores cujos nomes bastam: Garrincha, Zico, Cafu, Rivaldo. O adepto brasileiro veste esta camisola com um orgulho que roça a religião. Os torcedores não veem um jogo. Vivem uma cerimónia.
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A principal é o amarelo. Sempre. Mas o azul da alternativa tem os seus adeptos, aqueles que lembram que foi de azul que o Ronaldo arrebatou o Mundial à França em 2002 no 2-0 da final. Ambas têm a sua legitimidade.
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E para os colecionadores que têm o olho no horizonte, as camisolas 2026 começam a alimentar os rumores. O Mundial 2026 jogar-se-á nos Estados Unidos, no Canadá e no México. O Brasil, ausente das meias-finais desde 2002, prepara o seu regresso. O próximo amarelo usado na fase final pode bem tornar-se histórico.
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